Pegasus
:: Quinta-feira, Novembro 06, 2008 ::
Legal isso aqui... achei no blog do BRUNO RIBEIRO.

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:: Heringer 11/6/2008 02:18:07 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Novembro 05, 2008 ::
e AQUI... a solução de um enigma...


:: Heringer 11/5/2008 02:08:01 PM [+] ::
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Emocionante!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! simplesmente, emocionante... e eu vi BARACK OBAMA na TV fazer este discurso de improviso... caramba!!!

"Olá, Chicago! Se alguém aí ainda dúvida de que os Estados Unidos são um lugar onde tudo é possível, que ainda se pergunta se o sonho de nossos fundadores continua vivo em nossos tempos, que ainda questiona a força de nossa democracia, esta noite é sua resposta.
É a resposta dada pelas filas que se estenderam ao redor de escolas e igrejas em um número como esta nação jamais viu, pelas pessoas que esperaram três ou quatro horas, muitas delas pela primeira vez em suas vidas, porque achavam que desta vez tinha que ser diferente e que suas vozes poderiam fazer esta diferença.
É a resposta pronunciada por jovens e idosos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, indígenas, homossexuais, heterossexuais, incapacitados ou não-incapacitados.
Americanos que transmitiram ao mundo a mensagem de que nunca fomos simplesmente um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e Estados azuis.
Somos, e sempre seremos, os EUA da América. É a resposta que conduziu aqueles que durante tanto tempo foram aconselhados por tantos a serem céticos, temerosos e duvidosos sobre o que podemos conseguir para colocar as mãos no arco da História e torcê-lo mais uma vez em direção à esperança de um dia melhor.
Demorou um tempo para chegar, mas esta noite, pelo que fizemos nesta data, nestas eleições, neste momento decisivo, a mudança chegou aos EUA. Esta noite, recebi um telefonema extraordinariamente cortês do senador McCain.
O senador McCain lutou longa e duramente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e duramente pelo país que ama. Agüentou sacrifícios pelos EUA que sequer podemos imaginar. Todos nos beneficiamos do serviço prestado por este líder valente e abnegado.
Parabenizo a ele e à governadora Palin por tudo o que conseguiram e desejo colaborar com eles para renovar a promessa desta nação durante os próximos meses.
Quero agradecer a meu parceiro nesta viagem, um homem que fez campanha com o coração e que foi o porta-voz de homens e mulheres com os quais cresceu nas ruas de Scranton e com os quais viajava de trem de volta para sua casa em Delaware, o vice-presidente eleito dos EUA, Joe Biden.
E não estaria aqui esta noite sem o apoio incansável de minha melhor amiga durante os últimos 16 anos, a rocha de nossa família, o amor da minha vida, a próxima primeira-dama da nação, Michelle Obama.
Sasha e Malia amo vocês duas mais do que podem imaginar. E vocês ganharam o novo cachorrinho que está indo conosco para a Casa Branca.
Apesar de não estar mais conosco, sei que minha avó está nos vendo, junto com a família que fez de mim o que sou. Sinto falta deles esta noite. Sei que minha dívida com eles é incalculável.
A minha irmã Maya, minha irmã Auma, meus outros irmãos e irmãs, muitíssimo obrigado por todo o apoio que me deram. Sou grato a todos vocês. E a meu diretor de campanha, David Plouffe, o herói não reconhecido desta campanha, que construiu a melhor campanha política, creio eu, da história dos EUA da América.
A meu estrategista chefe, David Axelrod, que foi um parceiro meu a cada passo do caminho. À melhor equipe de campanha formada na história da política.
Vocês tornaram isto realidade e estou eternamente grato pelo que sacrificaram para conseguir. Mas, sobretudo, não esquecerei a quem realmente pertence esta vitória. Ela pertence a vocês. Ela pertence a vocês.
Nunca pareci o candidato com mais chances. Não começamos com muito dinheiro nem com muitos apoios. Nossa campanha não foi idealizada nos corredores de Washington. Começou nos quintais de Des Moines e nas salas de Concord e nas varandas de Charleston.
Foi construída pelos trabalhadores e trabalhadoras que recorreram às parcas economias que tinham para doar US$ 5, ou US$ 10 ou US$ 20 à causa.
Ganhou força dos jovens que negaram o mito da apatia de sua geração, que deixaram para trás suas casas e seus familiares por empregos que os trouxeram pouco dinheiro e menos sono.
Ganhou força das pessoas não tão jovens que enfrentaram o frio gelado e o ardente calor para bater nas portas de desconhecidos, e dos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários e organizaram e demonstraram que, mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desapareceu da Terra.
Esta é a vitória de vocês. Além disso, sei que não fizeram isto só para vencerem as eleições. Sei que não fizeram por mim.
Fizeram porque entenderam a magnitude da tarefa que há pela frente. Enquanto comemoramos esta noite, sabemos que os desafios que nos trará o dia de amanhã são os maiores de nossas vidas - duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira em um século.
Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos valentes que acordam nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para dar a vida por nós.
Há mães e pais que passarão noites em claro depois que as crianças dormirem e se perguntarão como pagarão a hipoteca ou as faturas médicas ou como economizarão o suficiente para a educação universitária de seus filhos.
Há novas fontes de energia para serem aproveitadas, novos postos de trabalho para serem criados, novas escolas para serem construídas e ameaças para serem enfrentadas, alianças para serem reparadas.
O caminho pela frente será longo. A subida será íngreme. Pode ser que não consigamos em um ano nem em um mandato. No entanto, EUA, nunca estive tão esperançoso como estou esta noite de que chegaremos.
Prometo a vocês que nós, como povo, conseguiremos. Haverá percalços e passos em falso. Muitos não estarão de acordo com cada decisão ou política minha quando assumir a presidência. E sabemos que o Governo não pode resolver todos os problemas.
Mas, sempre serei sincero com vocês sobre os desafios que nos afrontam. Ouvirei a vocês, principalmente quando discordarmos. E, sobretudo, pedirei a vocês que participem do trabalho de reconstruir esta nação, da única forma como foi feita nos EUA durante 221 anos, bloco por bloco, tijolo por tijolo, mão calejada sobre mão calejada.
O que começou há 21 meses em pleno inverno não pode acabar nesta noite de outono.
Esta vitória em si não é a mudança que buscamos. É só a oportunidade para que façamos esta mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos a como era antes. Não pode acontecer sem vocês, sem um novo espírito de sacrifício.
Portanto façamos um pedido a um novo espírito do patriotismo, de responsabilidade, em que cada um se ajuda e trabalha mais e se preocupa não só com si próprio, mas um com o outro.
Lembremos que, se esta crise financeira nos ensinou algo, é que não pode haver uma Wall Street (setor financeiro) próspera enquanto a Main Street (comércio ambulante) sofre.
Neste país, avançamos ou fracassamos como uma só nação, como um só povo. Resistamos à tentação de recair no partidarismo, na mesquinharia e na imaturidade que intoxicaram nossa vida política há tanto tempo.
Lembremos que foi um homem deste estado que levou pela primeira vez a bandeira do Partido Republicano à Casa Branca, um partido fundado sobre os valores da auto-suficiência e da liberdade do indivíduo e da união nacional.
Estes são valores que todos compartilhamos. E enquanto o Partido Democrata conquistou uma grande vitória esta noite, fazemos com certa humildade e a determinação para curar as divisões que impediram nosso progresso.
Como disse Lincoln a uma nação muito mais dividida que a nossa, não somos inimigos, mas amigos. Embora as paixões os tenham colocado sob tensão, não devem romper nossos laços de afeto.
E àqueles americanos cujo apoio eu ainda devo conquistar, pode ser que eu não tenha conquistado seu voto hoje, mas ouço suas vozes. Preciso de sua ajuda e também serei seu presidente.
E a todos aqueles que nos vêem esta noite além de nossas fronteiras, em Parlamentos e palácios, a aqueles que se reúnem ao redor dos rádios nos cantos esquecidos do mundo, nossas histórias são diferentes, mas nosso destino é comum e começa um novo amanhecer de liderança americana.
A aqueles que pretendem destruir o mundo: vamos vencê-los. A aqueles que buscam a paz e a segurança: apoiamo-nos.
E a aqueles que se perguntam se o farol dos EUA ainda ilumina tão fortemente: esta noite demonstramos mais uma vez que a força autêntica de nossa nação vem não do poderio de nossas armas nem da magnitude de nossa riqueza, mas do poder duradouro de nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e firme esperança.
Lá está a verdadeira genialidade dos EUA: que o país pode mudar. Nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já conseguimos nos dá esperança sobre o que podemos e temos que conseguir amanhã.
Estas eleições contaram com muitos inícios e muitas histórias que serão contadas durante séculos. Mas uma que tenho em mente esta noite é a de uma mulher que votou em Atlanta.
Ela se parece muito com outros que fizeram fila para fazer com que sua voz seja ouvida nestas eleições, exceto por uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.
Nasceu apenas uma geração depois da escravidão, em uma era em que não havia automóveis nas estradas nem aviões nos céus, quando alguém como ela não podia votar por dois motivos - por ser mulher e pela cor de sua pele.
Esta noite penso em tudo o que ela viu durante seu século nos EUA - a desolação e a esperança, a luta e o progresso, às vezes em que nos disseram que não podíamos e as pessoas que se esforçaram para continuar em frente com esta crença americana: Podemos.
Em uma época em que as vozes das mulheres foram silenciadas e suas esperanças descartadas, ela sobreviveu para vê-las serem erguidas, expressarem-se e estenderem a mão para votar. Podemos.
Quando havia desespero e uma depressão ao longo do país, ela viu como uma nação conquistou o próprio medo com uma nova proposta, novos empregos e um novo sentido de propósitos comuns. Podemos.
Quando as bombas caíram sobre nosso porto e a tirania ameaçou ao mundo, ela estava ali para testemunhar como uma geração respondeu com grandeza e a democracia foi salva. Podemos.
Ela estava lá pelos ônibus de Montgomery, pelas mangueiras de irrigação em Birmingham, por uma ponte em Selma e por um pregador de Atlanta que disse a um povo: "Superaremos". Podemos.
O homem chegou à lua, um muro caiu em Berlim e um mundo se interligou através de nossa ciência e imaginação. E este ano, nestas eleições, ela tocou uma tela com o dedo e votou, porque após 106 anos nos EUA, durante os melhores e piores tempos, ela sabe como os EUA podem mudar. Podemos.
EUA avançamos muito. Vimos muito. Mas há muito mais por fazer.
Portanto, esta noite vamos nos perguntar se nossos filhos viverão para ver o próximo século, se minhas filhas terão tanta sorte para viver tanto tempo quanto Ann Nixon Cooper, que mudança virá? Que progresso faremos?
Esta é nossa oportunidade de responder a esta chamada. Este é o nosso momento. Esta é nossa vez.
Para dar emprego a nosso povo e abrir as portas da oportunidade para nossas crianças, para restaurar a prosperidade e fomentar a causa da paz, para recuperar o sonho americano e reafirmar esta verdade fundamental, que, de muitos, somos um, que enquanto respirarmos, temos esperança.
E quando nos encontrarmos com o ceticismo e as dúvidas, e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com esta crença eterna que resume o espírito de um povo: Podemos.
Obrigado. Que Deus os abençoe. E que Deus abençoe os EUA da América".

:: Heringer 11/5/2008 02:07:22 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Outubro 27, 2008 ::
Ontem, num canal da TV, alguém comentava sobre um político que houvera dito ter tido, em algum momento, "uma derrota consagradora". Foi isso a derrota (sic) de Gabeira. Um nome pro futuro... um nome que ainda vai dar o que falar (tomara, não seja outra decepção política). Agora, ver a Marta (das taxas) perder... não tem preço!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


:: Heringer 10/27/2008 12:48:17 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Outubro 13, 2008 ::
Fernando Gabeira - uma excessão no meio político. Este blog torce por sua eleição...

PS - * grafamos errado aí acima a palavra EXCEÇÃO. E o amigo Zérramos nos corrigiu, basta ver o Livro de Comentários... mas não podemos perder a piada (e nem queremos perder o amigo), e assim criamos a seção (esta é outra palavra que confunde muito) ZéErramos. rs

Uma estrela chamada... GABEIRA
:: Heringer 10/13/2008 01:20:42 PM [+] ::
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:: Sábado, Outubro 04, 2008 ::
E continuam desmatando... pra tristeza da gente. Eu tenho pavor quando surge uma nova denúncia ou reportagem sobre a selva amazônica...


:: Heringer 10/4/2008 11:18:36 AM [+] ::
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Eis as nossas opções: o ABACAXI, ABOBRINHA e o PEPINO. Assim... só nos resta VOTAR NULO, né não? Ou... então... escolha você... um deles.


:: Heringer 10/4/2008 11:16:55 AM [+] ::
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:: Terça-feira, Agosto 26, 2008 ::
A nossa Lily aprontou mais uma... fez um conto lindo, falando de caminhoneiros, da vida e etc... e com isso agradou um júri que escolheu o seu conto pra entrar num livro. Agora é esperar que o livro apareça. A empresa que patrocinou o concurso é a Mercedes-Benz. Né pouca coisa, não...

E aposto que todos querem ler o conto... não sei se conto... vou contar: tá aqui, o conto da Lilly. Pronto. Curtam...

E o Pégasus manda os parabéns pra mocinha, que conta as coisas como ninguém.
:: Heringer 8/26/2008 10:40:11 PM [+] ::
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:: Sábado, Agosto 16, 2008 ::
DISCUSSÕES OLÍMPICAS-2

Querem nos passar a idéia de que as olimpíadas têm como lema o "competir" como o ideal na vida desportiva. Nem tanto ganhar, mas competir... isso é bonito, sem dúvida, mas fizemos disso uma mentira. Talvez, devido à grande ambição política e econômica (inclusive de governos) que hoje abraça tenazmente o esporte mundial. E isso fica claro quando vemos o quadro de medalhas. Em primeiro lugar conta-se o número de medalhas de ouro. Ter mais medalhas de ouro conta mais que ter o maior número de medalhas no total. E por que é assim? O importante não seria competir, como querem passar os idealistas? Então onde está o valor das medalhas de prata e bronze? Claro que são importantes e muito. O segundo lugar é meritoso, bem como o terceiro... e ainda outros lugares, uma vez que o número de competidores é que desmonstra o nível do atleta - estar numa lista dos 100 melhores (por exemplo) é louvável. Sendo assim, o comitê que regula a competição deveria mostrar o verdadeiro valor de se alcançar as medalhas em jogo - ouro, prata e bronze. E dar ao atleta, como já o faz nos pódios, o devido valor e brilho que merecem. Então o quadro seria medido pelo número total de medalhas - naturalmente. Alguém discorda?
:: Heringer 8/16/2008 01:15:05 PM [+] ::
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DISCUSSÕES OLÍMPICAS-1

Vejam bem: um país investe em (por exemplo) 11 jogadores de futebol - e não vou puxar sardinha aqui porque o Brasil nunca foi campeão olímpico nesta modalidade - e se for o primeiro colocado ganhará UMA medalha de ouro. Isso ganha um atleta nas modalidades de um só concorrente: ginástica, tiro, lutas, saltos, corridas, maratona e etc. - a mairoria das modalidades. E para os esportes coletivos, uma única medalha. NÃO É JUSTO. Imaginem como os países investiriam em esportes coletivos (futebol, volei, basquete, duplas e grupos como os da ginástica) se o número de medalhas fosse por participante. Seriam 11 medalhas de ouro para o futebol olímpico, 5 para o volei, e assim por diante. E não tem nada de injustiça nisso, a regra seria igual pra todos. E isso mudaria muito para países que têm no esporte coletivo o seu diferencial, como o Brasil, sem dúvida - basta ver o ouro que ganhamos no volei na última olimpíada. E é claro que nos faria investir muito mais no futebol... o que iria acontecer com todos os demais participantes. Fica aqui o meu desabafo (acho injusto o modelo atual) e a idéia pra que seja discutida.
:: Heringer 8/16/2008 01:02:03 PM [+] ::
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Em primeira edição...


:: Heringer 8/16/2008 12:15:38 PM [+] ::
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tem GATOS E GATAS aqui... e quem sabe, alguns ratos também - IMPERDÍVEL !!!
:: Heringer 8/16/2008 12:12:43 PM [+] ::
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Um SITE pra ninguém deixar de ver...

Fotos da exposição VER DE PERTO - CAMPINAS, de Neander Heringer


:: Heringer 8/16/2008 12:27:47 AM [+] ::
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:: Sexta-feira, Agosto 01, 2008 ::
Responda rápido:

É a cana que dá cachaça ou a cachaça que dá cana?
:: Heringer 8/1/2008 12:07:10 PM [+] ::
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Vamos lá... mais uma foto da Fernanda Heringer!!!:


:: Heringer 8/1/2008 12:03:09 PM [+] ::
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O Poeta... Francisco Otaviano:

"Quem passou por esta vida em brancas nuvens
E em plácido repouso adormeceu.
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou por esta vida e não sofreu,
Foi espectro de Homem,
Não foi Homem.
Só passou pela vida,
Não viveu.

:: Heringer 8/1/2008 11:59:49 AM [+] ::
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:: Segunda-feira, Julho 21, 2008 ::
O texto abaixo foi extráido do site da AMB - Associação dos Magristrados do Brasil
:: Heringer 7/21/2008 07:46:05 PM [+] ::
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Isso é muito bom... vejam:

Texto extraído da AMB - Associação dos Magistrados do Brasil


Candidatos processados

Em virtude da greve dos Correios, que prejudicou a comunicação entre a AMB e os juízes eleitorais, a divulgação dos nomes dos candidatos que respondem a processos será adiada. No dia 22 de julho, serão divulgados os primeiros dados. Aguarde.
Atenção, juízes eleitorais!
Insira aqui os dados dos candidatos de sua zona.
Cliquem no texto.
:: Heringer 7/21/2008 07:42:42 PM [+] ::
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:: Sábado, Julho 19, 2008 ::
Send a JibJab Sendables® eCard Today!

:: Heringer 7/19/2008 09:45:03 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Junho 25, 2008 ::
Mr. BUSH = THE REPUBLICANS = TERROR


:: Heringer 6/25/2008 01:34:13 PM [+] ::
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:: Sábado, Junho 21, 2008 ::
Temos CHARGES novas... AQUI.
:: Heringer 6/21/2008 12:15:29 AM [+] ::
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Você já conhece a Piauí - a revista pra quem tem um parafuso a mais - ?
:: Heringer 6/21/2008 12:01:57 AM [+] ::
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:: Sexta-feira, Junho 20, 2008 ::
Vamor rir um pouquinho?

Frank



* ELE lançou um livro esta semana...
:: Heringer 6/20/2008 11:58:12 PM [+] ::
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:: Domingo, Junho 01, 2008 ::
Um samba meu... "Batucada Triste"
:: Heringer 6/1/2008 10:23:39 PM [+] ::
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:: Sexta-feira, Maio 09, 2008 ::
Olhem só... a Naia... minha netinha!!!
:: Heringer 5/9/2008 08:30:48 PM [+] ::
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