Terça-feira, Dezembro 30, 2003
Quem quer se vingar do chato das Casas Bahia? Hein? Quer bater como e quanto...?????????????????????
Não percam... aqui. Dica da Ana, Deusa da Lua.
Publicado por Heringer (12/30/2003 12:45:04 AM)
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TIURMA... FELIZ 2004 PRA TODOS VOCÊS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
E não se esqueçam, aqui, no SUB, a vida continua alegre, agitada e feliz. Fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Publicado por Heringer (12/30/2003 12:35:39 AM)
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O Natal já passou... e só agora posto o Gingle Bells sambinha. Dimais! Achei lá na Cora. Mesmo atrasado vale a pena vcs conferirem... samba é sempre bem vindo.

Publicado por Heringer (12/30/2003 12:33:34 AM)
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Quinta-feira, Dezembro 25, 2003
Um novo conceito em empresa de trabalhos gráficos - FUN FOR BUSINESS. Spacca e Custódio mostram aqui a que vieram... excelente! Parabéns aos dois artistas e muita boa sorte nos negócios...
e no exemplo de Caricaturas, quem está lá? ahn?... vejam com os próprios olhos... :-)))

Publicado por Heringer (12/25/2003 01:12:44 AM)
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Sábado, Dezembro 20, 2003
Acabo de chegar do Downtown - que é um belíssimo shopping aqui da Barra da Tijuca - onde assisti o filme "O Juri", com Gene Hackman e Dustin Hoffman, John Cusak. Excelente!!! Todo o tempo vc fica grudado na tela para não perder nenhum diálogo ou cena. Filmaço. Não percam.

Publicado por Heringer (12/20/2003 12:54:12 AM)
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Desejo pra todos vocês...

Publicado por Heringer (12/20/2003 12:49:04 AM)
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Divirtam-se com os e-mails mais engraçados da Web em 2003. Do Folhaonline...
Publicado por Heringer (12/20/2003 12:47:15 AM)
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Sexta-feira, Dezembro 19, 2003
Vou compartilhar com os leitores do Pégasus alguns cartões de Natal que recebi. Abaixo os belos trabalhos de Spacca e Flávio. E que os votos que me enviaram ambos possam receber em dobro, ou triplicados... ou mais ainda. Bom Natal pra todos!

Publicado por Heringer (12/19/2003 04:17:04 PM)
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Sábado, Dezembro 13, 2003
Porque a nossa Bruxinha é bem moderninha...

Publicado por Heringer (12/13/2003 04:18:06 PM)
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Sexta-feira, Dezembro 12, 2003
A pedidos - de um ratinho irriquieto - estou postando aqui o segundo cartum que enviei para o Festival de Foz, e que também foi selecionado entre os 300 trabalhos classificados. Como já disse, o tema era Planeta Água, e aí vai um pouco da minha visão da importância da água no futuro (espero que não tão próximo!).

Publicado por Heringer (12/12/2003 12:08:24 AM)
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Quinta-feira, Dezembro 11, 2003
FILME FILME FILME FILME FILME FILME FILME FILME FILME FILME FILME FILME - Sensacional!!! cliquem aqui...
Para comemorarmos o Natal em alto estilo temos aqui uma super-produção que o Págasus traz em primeiríssima mão (será?).
Rodado em Hollywood, este filme é estrelado pelo incrível ator e governador Arnold , e conta uma belíssima história ocorrida em 25 de dezembro do ano Zero. Imperdível. Vejam logo que estará aqui em cartaz somente até 18 de dezembro. A senha para assisti-lo é 84CC16A5 . O arquivo tem quase 4 megas e vai rodar rápido e ligeiro em bandas largas (ops). Feliz Natal!
Publicado por Heringer (12/11/2003 10:58:21 PM)
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Quarta-feira, Dezembro 10, 2003
E este é o cartum vencedor do Festival de Foz... com vocês, Yuri Ochakovski, de Israel:

Publicado por Heringer (12/10/2003 01:51:06 AM)
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Eu tive o prazer de ter dois cartuns meus selecionados para o Festival de Humor de Foz do Iguaçu. Foram 3.000 trabalhos inscritos e 300 os selecionados. E foi a primeira vez que participo com um trabalho só meu. Valeu! Vejam aí o que acham...
O tema era "Planeta Água"
* o resultado do festival vocês podem conferir aqui...
Publicado por Heringer (12/10/2003 01:47:23 AM)
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Sábado, Dezembro 06, 2003

Publicado por Heringer (12/6/2003 03:55:57 PM)
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Publicado por Heringer (12/6/2003 03:50:54 PM)
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Quinta-feira, Dezembro 04, 2003
Carioca!
- E por que carioca?
Pedro Doria, na linda crônica abaixo - de NoMínimo - nos mostra o por quê. Pra quem gosta do Rio, da riquíssima história do Rio que se confunde com a própria história do Brasil. Não deixem de ler...
Casa de branco
30.11.2003 | A esquina não parece ter qualquer coisa de extraordinário. Mas é um bocado carioca. À porta de um dos prédios, o porteiro inclina para trás a cadeira, seu uniforme a onipresente calça preta e camisa azul clara, três ou quatro botões abertos do pescoço para baixo. No encontro das duas ruas, uma mulata de vestidinho conversa ao orelhão sem esconder de quem passa, pelos sorrisos, que o assunto é amor. O asfalto está remendado em todo canto, rachado, já com um buraco e outro aparecendo. Num apartamento térreo, samambaias e trepadeiras escondem uma gaiola de passarinho que lhe concede um toque suburbano. A moça loura de corpo bonito segue apressada em roupa de ginástica colante, os bem-te-vis cantam nas árvores e três meninos negros dormem no chão, à sombra. Carioca de todo, mas em nada parece extraordinária. Não há monumento ou placa de bronze, apenas uma ligeira decadência na forma de ranhuras e fuligem no reboco de quase todos os prédios - um deles em obras.
Aquele lugar no Flamengo onde a pequena Princesa Januária encontra-se com a Senador Eusébio é extraordinário e não pelo que está visível. Abaixo do chão, uma meia dúzia de metros ao fundo, estão rochas quadradas, provavelmente de granito, dispostas de forma regular, que um dia serviram de fundação a uma casa construída entre 1502 e 1555. Era toda de pedra, anexa erguia-se uma torre - e em seu tempo foi tão diferente das construções que os nativos da terra conheciam que chamaram-na Casa de Branco. No nhengatú, a "língua boa" dos tupinambás, Carioca. Se cada cidadão que nasceu no Rio de Janeiro se outorga com indisfarçável orgulho o adjetivo carioca, foi por conta daquela casa de pedra e de branco. Se o Rio foi fundado aos pés do Pão de Açúcar, ali seu habitante batizou-se.
Mas quase ninguém sabe disso - nem mesmo os moradores. Aliás, fora os taxistas mais espertos e quem é das redondezas, o típico carioca sequer conhece as ruas. Pudera. A Princesa Januária é tão miúda que mal cabem-lhe os quatro prédios que contém de um lado e do outro. Nasce numa transversal da Osvaldo Cruz, a Barão de Icaraí, e morre uns passos adiante na Senador Eusébio, esta sem saída, nascida noutra transversal da Osvaldo Cruz, logo a primeira, Samuel Morse. São tão pequenas e tortas que desfiguram inclusive o traçado habitual das ruas no litoral carioca, que é de paralelas e transversais que encontram-se em ângulos retos. Não: ambas, além de proteger no subsolo a Carioca, inclinam-se oblíquas já do nascedouro.
Não há carioca que não tenha ouvido nas aulas de história, desde bem pequenino, que o designativo de local veio duma certa casa de branco. Não é de todo sua culpa que ela tenha-se perdido nos subterrâneos. Escondê-la foi proposital - uma trama ardilosa que começou a tomar forma quando um descendente de Estácio de Sá ainda tratava o Rio qual feudo e a cidade não tinha sequer cem anos completos. Longa mas deliciosa história.
É incerto quem a construiu e quando. Pode ter sido Gonçalo Coelho ou Américo Vespúcio, um par de anos após a descoberta de Cabral. Ou, então, uns trinta anos mais tarde, obra do explorador Martim Afonso de Souza, que andou consertando seus navios protegido dos ventos pela Guanabara. Mais provável que tenha sido da lavra de Nicolás Durand, senhor de Villegagnon, quando aportou por aqui em 1555. O certo é que bem no início da França Antártica, a casa já existia e nela funcionou a olaria dos normandos e bretões, produzindo telhas para o Forte de Colligny e a minúscula Henriville, cidadezinha que o cavaleiro francês esboçou no litoral.
Na Carioca viveu gente importante e nem tanto. Um rapaz calvinista com vinte e pouquinhos, por exemplo, chamado Jean de Léry - autor dum livro que estimularia o antropólogo Claude Lévy-Strauss a nomeá-lo primeiro etnógrafo brasileiro. Quase uma década depois, morou nela o primeiro juiz da cidade, Pedro Martins Namorado, um dos que lutou ao lado de Estácio na chacina dos tamoios. Seu último morador foi um certo sapateiro, em princípios do século 17, que a abandonou porque ficava tão próxima da praia que o mar em ressaca ameaçava destruí-la. Como, de fato, o fez. O mar de antanho controlava mais de um quilômetro além de onde está hoje, e a Praia do Flamengo chamava-se, convenientemente, Praia do Sapateiro.
Mas isto não tem nada a ver com a história que tem por vilões os jesuítas. Acontece que em finais de 1565, quando a cidade ainda era um forte atormentado pelos índios ali onde se encontram Pão de Açúcar e Cara de Cão, o capitão Estácio de Sá achou por bem sair distribuindo as terras no continente. Como ninguém podia deixar ali o forte - viraria jantar de canibal - a doação de sesmarias foi feita tomando-se por ponto de referência a única construção européia que havia. A casa, pois. Tantas braças a partir da Carioca, a quantas léguas.
Ocorre que a cidade cresceu. E cresceu preguiçosa em duas direções, partindo do Morro do Castelo. Numa, esgueirou-se pela Praia do Sapateiro até a Lagoa de Sacopenapã - Rodrigo de Freitas ainda não havia entrado na história para rebatizá-la - e formou a Zona Sul. Noutra, subiu ao comprido por um caminho lamacento de mato espesso que foi virar a Rua da Alfândega e seguia aos engenhos dos jesuítas, da Tijuca ao Realengo, inventando a Zona Norte. Já era tradição local o jeitinho malandro - e, com o passar dos anos, a casa perdeu-se, os moradores foram estendendo um pouco suas propriedades, um muro aqui, uma plantação mais acolá. Os homens bons que ocupavam a Câmara começaram a reclamar: as terras que os inacianos ocupavam já iam bem além das doações generosas de Estácio. Mandavam muito, os jesuítas.
Desde a década de 1640 que a Câmara lutava contra os padres por uma nova medição nos termos de Estácio - mas ela só veio em 1667. Nesta época, foi preciso apelar a dois senhores idosos, um de 70, outro de 78, para que puxassem da memória onde ficava a casa. Cavucaram aqui e ali até achar os alicerces - e seguiram os fiscais fazendo a medição, enquanto nos fóruns do tempo um jogo de liminares tentava impedi-la. O ouvidor geral da Capitania - espécie de procurador de hoje - chamava-se Manuel Dias Rapozo. Tinha sido o primeiro a bancar de frente os religiosos e, antes que as medições terminassem, terminou ele mesmo preso, seus papéis confiscados por ordem do governador. O Rio não muda.
Do local da casa, restou um marco solitário que viu-se também enterrado. Em 1753 o Rio já era capital da colônia e o Marquês de Pombal tinha sido feito ministro português das relações exteriores fazia três anos. Quer dizer, os jesuítas começavam a ficar sem poder. Pergunta daqui, pergunta dali, vai-se aos documentos de século ou dois antes, encontram de novo os alicerces da Carioca - fincam novo marco. Desta vez, fazem medições, Câmara e Companhia de Jesus entram num acordo, o deixa-disso assume o jogo e nem importaria muito, pois os padres de preto terminariam expulsos de Brasil e Portugal pelo marquês, suas terras repassadas ao governo.
Essa coisa da demarcação por Estácio foi tão complicada que ainda nos princípios do século 20 havia ações judiciais circulando na capital da República por conta. A Casa de Branco, no entanto, era considerada perdida. Até os anos 1930. Era sub-secretário de obras um engenheiro chamado João da Costa Ferreira a serviço de Pedro Ernesto, prefeito nomeado por Vargas - o mesmo que instituiu o Carnaval e que seria o primeiro eleito pelo povo, quando do segundo mandato.
Ferreira gastou uns anos no Arquivo Público analisando a papelada duma cidade que já se aproximava dos 400 anos. A partir das indicações que deixaram os fiscais do século 18, munido de bússola e plantas, cravou no mapa o ponto exato em que estava a casa. Mais ou menos na esquina das ruas Umbelina e Januária. São tipicamente cariocas até nisso: dos anos 30 até hoje, mudaram ambas de nome, que tradição não é coisa que o Poder carioca goste de manter. Senador Eusébio e Princesa Januária, pois. O delicioso estudo do sub-secretário de obras terminou publicado pela revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - uma separata do volume 164 - e vez por outra pinta cópia nos sebos e leilões virtuais.
E nunca mais se falou no assunto. A Carioca freqüenta o Rio qual fantasma - é uma palavra que, mesmo aterrada a casa e soterrado o rio que dela herdou o nome, persiste inerente ao espaço urbano. É uma memória vaga do tempo em que a Guanabara era o paraíso tropical de pântanos, matas virgens, torós e sol escaldante que a propaganda continua prometendo sem entregar. Talvez por isso no encontro das ruas não esteja um marco que lhe reste: parece uma esquina qualquer. É uma esquina qualquer - porque lembrar que a casa existiu, e onde, é também lembrar que o Rio nasceu para que fosse destruído o paraíso. Esquecer é outra coisa inerente ao carioca.
A Senador Eusébio parece resumo da história arquitetônica do século 20 - mostra desta destruição da mata e dos seus resultados em feiúra e beleza urbana. Começa com um precioso par de prédios gêmeos art déco, seguidos por um colosso dos anos 30, talvez 40, com portaria em mármore rosa, interrompido por um monstrengo que não há de ter mais que dez anos em vidro fumê, tons de branco, vermelho e azul, todos fortes, e termina com um baita edifício moderno, pilotis na entrada e pastilhas azuis bem claras o recobrindo.
Estes dois últimos, o monstrengo e o moderno, têm garagens subterrâneas. De fora, parecem descer uns três metros no terreno. Talvez, quem sabe, ao perfurar suas fundações os operários tenham encontrado uns blocos de granito. E talvez o mestre-de-obras, um quê surpreso, tenha dito: -Se livra deles . Só um raio-X daqueles que os europeus usam para vasculhar castelos medievais há de dizer.
Mas bem lhe cabe ao menos uma plaquinha: aqui jaz a Carioca.
Publicado por Heringer (12/4/2003 03:36:18 PM)
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Quarta-feira, Dezembro 03, 2003
Segundo José Simão - vulgo Macaco Simão:
"O homem que diz que todas as mulheres dão em cima dele mora no porão do motel"
Publicado por Heringer (12/3/2003 11:25:16 AM)
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Releituras: Especial de Natal.
Não deixem de ler... muito bonito, agradável. Lazer de alta qualidade. E tem lá também um texto meu... MARIA. Uma honra e tanto estar junto de tantas feras das letras brasileiras . Confiram...

Publicado por Heringer (12/3/2003 11:09:27 AM)
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PEGASUS PEGASUS PEGASUS PEGASUS PEGASUS PEGASUS PEGASUS PEGASUS
Vejam os senhores o que é um rato esperto. Um rato esperto não pensa só em queijo e em ninho de ratos. Um rato esperto quer mais: quer vida, diversão e arte... e acima de tudo ama o que é belo. Tanto é - eu conheço um - que fez pra ele uma toca - que é muito mais que um ninho de ratos - que é uma senhora toca, uma casa com alma, com eme maiúsculo, vejam AQUI. E nessas andanças que ele dá pela vida - ratinhos espertos não param nunca - ele achou, por aí, essa beleza de Pégasus. E vejam que o famoso cavalo alado está muito bem acompanhado. O Pégasus também é um cavalo muito esperto. Acho que ratos e cavalos espertos se entendem...

Publicado por Heringer (12/3/2003 10:17:05 AM)
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Terça-feira, Dezembro 02, 2003
É Natal!!! Coisas do Sinovaldo...

Publicado por Heringer (12/2/2003 08:03:42 PM)
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Uma pegadinha que mata de susto!!! a Pegadinha do ...

Publicado por Heringer (12/2/2003 07:56:45 PM)
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CRUZEIRO CRUZEIRO CRUZEIRO CRUZEIRO CRUZEIRO CRUZEIRO CRUZEIRO !!!

Publicado por Heringer (12/2/2003 07:49:22 PM)
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Cogumelos nascem onde menos se espera... não é Ana?

Publicado por Heringer (12/2/2003 07:36:41 PM)
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Eis o que nos mandou o nosso amigo, o jornalista Bruno Ribeiro:
A DIETA DO SEXO
Sexo é a maneira mais eficaz de perder peso.
Veja quantas calorias você pode perder durante uma transa.
TIRANDO A ROUPA
Com o consentimento dela ...................10 Cal
Sem o consentimento dela .................190 Cal
ABRINDO O SUTIÃ
Com as duas mãos ...........................8 Cal
Com uma mão .................................32 Cal
Com uma mão, sendo espancado por ela ......107 Cal
COLOCANDO A CAMISINHA
Com ereção ...................................6 Cal
Sem ereção ...............................644 Cal
NA HORA DA TRANSA
Tentando encontrar o clitóris ..................12 Cal
Tentando encontrar o ponto G ...............13 Cal
Tentando fazer ela virar .......................348 Cal
POSIÇÕES
Papai e Mamãe .............................12 Cal
Frango Assado ..............................20 Cal
Peão do Boiadeiro .........................89 Cal
69 deitado .....................................10 Cal
69 em pé .....................................912 Cal
APÓS O ORGASMO
Ficar na cama abraçadinho ......................18 Cal
Virar de lado...............................................36 Cal
Explicar para ela por que virou de lado ...814 Cal
TENTANDO DAR A SEGUNDA
Se você tem de 16 a 19 anos ...................12 Cal
Se você tem de 20 a 29 anos ...................38 Cal
Se você tem de 30 a 39 anos .................112 Cal
Se você tem de 40 a 49 anos .................326 Cal
Se você tem de 50 a 59 anos .................973 Cal
Se você tem acima de 60 anos ............2.926 Cal
COLOCANDO A ROUPA
Colocando a roupa calmamente................... 32 Cal
Com pressa de se mandar............................ 96 Cal
Com o marido dela batendo na porta........2.438 Cal
Publicado por Heringer (12/2/2003 07:32:15 PM)
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